terça-feira, 10 de abril de 2012


  Sabemos que sempre haverá uma amiga do seu lado, há que te ajudaria quando precisa-se, e até quando você não estivesse tão bem como nos outros dias, ela ia perceber. Aquela que há muitos anos já convive com você, e até já faz parte do seu dia-a-dia. Podemos as vezes brigar, puxar os cabelos, se xingar.. Mais sempre estivemos unidas, ali para tudo. 
Uma irmã.

                                                                Vida de Yanca.


         Em fevereiro,  reencontrei a minha amiga de classe. Não estudava com Yanca há muitos anos.
         Na aula de Português, fiz uma entrevista com ela. O pai dela escolheu o nome Yanca,  pois havia uma atriz famosa na rede Globo. 
         Nasceu em Joinville, Santa Catarina, no dia primeiro de Outubro de mil novecentos e  noventa oito, no hospital Dona Helena. 
         Yanca começou a andar com um ano, e logo caiu em um buraco, no meio da rua. Já passou por muitas escolas, tipo, Branca de Neve, Amigos Felizes, e agora esta aqui, no Zulma do Rosário Miranda. 
         Há muitos esportes no mundo, mas o que ela mais gosta é futebol. Yanca adora o seu cabelo, mais o seu defeito é ser perfeccionista. Azul é a sua cor preferida. Gosta de comer "Yakisoba". 
         Em sua casa, o seu animal de estimação é um cachorro. A sua felicidade é mexer com tecnologia. 
         Sua viajem preferida é Paris. Yanca gosta de Luan Santana, e filmes de comédia. Porém o que ela mais detesta é falsidade. Ela é de perdoar fácil, dependendo do motivo, e a pessoa. 
          Tem mania de mexer no cabelo. Quer crescer profissionalmente e diz que o seu sonho é ter paz e amigos. Gostaria de ter poder de voar, e deseja que em dois mil e doze não acabe o mundo. Sua frase é: "Estude hoje, verás o futuro amanhã". 
          

segunda-feira, 9 de abril de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cansei de querer emagrecer, mudar o cabelo, estilo... Para o amor me encontrar, o dia em que vier, estarei despreocupada, descabelada, desengonçada, mais serei eu. O amor não vive de aparência, mais sim de consequência.